Planejamento 3D digital: nefrectomia parcial laparoscópica
Benefícios ✔ Maior entendimento da anatomia renal
✔ Desenho do plano cirúrgico
✔ Melhora na interação entre a equipe cirúrgica
✔ Maior segurança no momento da cirurgia
✔ Orientação na abordagem cirúrgica durante a intervenção
✔ Redução do tempo cirúrgico
Caso clínico
Foi realizado um controle tomográfico em uma paciente de 37 anos, sem antecedentes de doença. Os resultados evidenciaram um incidentaloma renal no rim direito. A complexidade do caso estava no fato de o tumor se localizar completamente dentro do parênquima renal, sem visualização externa. Isso representava um importante comprometimento da estrutura e da funcionalidade do rim.
Resultado na sala cirúrgica. O plano cirúrgico definido foi uma nefrectomia parcial laparoscópica com abordagem transperitoneal, desenhado com o uso do modelo digital do órgão e das estruturas de interesse.
Foi de suma importância poder determinar a extensão do tumor e identificar com precisão sua relação com o restante da anatomia renal, para conseguir realizar uma ressecção com margens negativas ideais e favorecer o desempenho da função renal após a cirurgia.
Talvez lhe interesse: “Nefrectomias durante a pandemia de COVID-19.” Este não é o primeiro caso em que se usam modelos 3D para o tratamento de incidentalomas renais; no Hospital Metropolitano de Quito, Equador, também utilizaram essa técnica para otimizar os resultados da cirurgia.
O biomodelo 3D permitiu realizar a intervenção em apenas 2 horas, com menor sangramento e maior controle graças à previsão do cenário cirúrgico.
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